1 de fevereiro de 2012

Sugestões de atividades para a semana de acolhimento

ORIENTAÇÕES PARA A ORGANIZAÇÃO DOS TRABALHOS
PARA O ANO LETIVO DE 2012
ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
ORIENTAÇÕES PARA A ORGANIZAÇÃO DOS TRABALHOS
PARA O ANO LETIVO DE 2012

Introdução ............................................................................................................................................ 3
Sugestões para organização do início das aulas ...................................................................................... 4
Sugestões de atividades para o 2º ao 5º anos ...................................................................................... 18
Avaliação diagnóstica inicial .................................................................................................................. 27
Bibliografia ......................................................................................................................................... 29
Anexos ................................................................................................................................................ 30
Anexo 1 - Orientações para a avaliação diagnóstica ............................................................................. 30
Anexo 2 - Sugestão de questões para analisar os mapas de sondagem ................................................ 39
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O presente documento tem como propósito subsidiar a Equipe Escolar em relação aos primeiros dias letivos do ano, orientando quanto ao diagnóstico necessário, bem como a condução de atividades para o início das aulas.
No momento em que se inicia o trabalho específico de cada classe (ano/série) é importante identificar entre os alunos os diferentes graus de conhecimento sobre determinados conteúdos/saberes, por meio de um diagnóstico criterioso que orientará as futuras intervenções dos professores, de acordo com as características das turmas e seus níveis de conhecimento.
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1. Acolhimento dos alunos
O início do ano letivo é um marco na vida escolar dos alunos, portanto é necessário considerar algumas características específicas para esta faixa etária, tais como, idade e familiaridade com o ambiente escolar. Sugerimos que a Equipe Pedagógica das unidades escolares levem em conta alguns encaminhamentos a respeito da comunicação entre escola e pais (funcionamento da escola e recepção dos alunos), sobre a participação de toda a equipe escolar (na recepção e acolhimento dos alunos) e também na apresentação aos pais de aspectos relacionados ao ensino e a aprendizagem (rotina dos primeiros dias de aula; objetivos de ensino e de aprendizagem e expectativas de aprendizagem, além da proposta de ensino da escola).
Cabe ressaltar que em sala de aula, os professores de todos os anos poderão propor rodas de conversas com os alunos, a fim de possibilitar a apresentação do grupo, o estabelecimento de vínculos / combinados e leitura em voz alta, feita pelo professor, dando início à exploração do acervo literário do programa ler e escrever. Uma visita aos ambientes escolares com a finalidade de reconhecimento e localização dos espaços a serem utilizados pelos alunos também é bem vinda.
Alguns pontos de atenção para a organização das reuniões de pais:
 Planejar a logística: horários, espaços, atividades, movimentação dos grupos de familiares e professores de modo que os que tiverem filhos em classes diferentes possam participar de todas, ou pelo menos da maioria das apresentações. Atentar para o fato de que muitos estarão em horário de trabalho, portanto é importante pensar em horários alternativos;
 Expor produções de alunos e professores como “amostras” do que os alunos poderão fazer. Utilizar um mural, biblioteca, uma sala específica, mesas no pátio e outros espaços. Uma exposição de fotos do histórico da escola e de alunos dos anos anteriores pode ser interessante;
 Providenciar cópia impressa dos documentos, tais como o regimento – ou uma síntese dos pontos principais - para que possam levar consigo;
 Prever momentos gerais para que o diretor (a) apresente:
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o toda a equipe escolar (sem esquecer os funcionários) e indicar quem os atenderá sempre que necessário e de que forma;
o os objetivos educacionais da escola e como pretendem alcançá-los;
o os pontos principais das normas de convivência;
o as prioridades educativas da escola;
o os resultados de 2011;
o as metas para 2012.
 Prever momentos nas classes para que conheçam o material didático, o acervo das bibliotecas de sala, os outros materiais e a organização de cada uma. Será ótimo se nos primeiros anos já houver o quadro de nomes dos alunos em que reconheçam os de seus filhos;
 Nas salas, cada professor(a) poderá explicar sua sistemática de trabalho (ex: lição de casa: vai dar lição de casa? Como vai trabalhar? Espera que ajudem ou prefere que não interfiram? Como será feita a comunicação entre escola e casa); apresentar sua rotina habitual; e também procurar (re)conhecer os familiares dos alunos, conversando diretamente.
2. Acolhimento específico dos alunos do 1º ano
Considerando as especificidades dos alunos do primeiro ano e as necessidades de aprendizagens, sugerimos atividades para os primeiros dias de aula. Cabe lembrar que muitas dessas atividades devem ser desenvolvidas diariamente no decorrer do ano letivo.
Segue sugestão de agenda para os três primeiros dias, com as respectivas atividades:
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2.1. Quadro síntese da rotina dos dois primeiros dias de aula
Primeiro dia de aula Segundo dia de aula Terceiro dia de aula
ATIVIDADE 01:
Acolhimento dos alunos realizado pelos:
 Responsáveis por cada turma de 1º ano.
 Equipe gestora.
ATIVIDADE 01:
Combinados da classe:
 Lista das necessidades da classe produzida coletivamente junto às crianças.
ATIVIDADE 01:
Cantos de atividades diversificadas com:
 Arte;
 Salão de beleza;
 Leitura;
 Brinquedo;
 Mercadinho;
 Tecnologia.
Entre outro que a escola pode propor ou adequar.
ATIVIDADE 02:
Roda de conversa com:
 Apresentação do professor;
 Apresentação dos alunos.
ATIVIDADE 02:
Cantos de atividades diversificadas com:
 Arte;
 Salão de beleza;
 Leitura;
 Brinquedo;
 Mercadinho;
 Tecnologia.
Entre outro que a escola pode propor ou adequar.
ATIVIDADE 02:
Leitura em voz alta feita pelo professor:
 Contextualizar a atividade acerca de sua periodicidade;
Leitura de um conto de fadas clássico.
ATIVIDADE 03:
Turismo pela escola com:
 Apresentação dos espaços da escola;
 Apresentação da equipe de funcionários.
ATIVIDADE 03:
Leitura em voz alta feita pelo professor:
 Contextualizar a atividade acerca de sua periodicidade;
 Leitura de um conto de fadas clássico.
ATIVIDADE 03:
Leitura da lista dos nomes dos alunos
ATIVIDADE 04:
Recreio:
O professor acompanhará os alunos nos primeiros dias de aula, para auxiliar no que for necessário.
ATIVIDADE 04:
Recreio:
O professor acompanhará os alunos nos primeiros dias de aula, para auxiliar no que for necessário.
ATIVIDADE 04:
Recreio:
O professor acompanhará os alunos nos primeiros dias de aula, para auxiliar no que for necessário.
ATIVIDADE 05
Jogos e brincadeiras*
ATIVIDADE 05
Jogos e brincadeiras*
ATIVIDADE 05
Jogos e brincadeiras*
ATIVIDADE 06:
Cantos de atividades diversificadas com:
 Arte**;
 Salão de beleza;
 Leitura;
 Brinquedo;
 Mercadinho;
 Tecnologia.
Entre outros que a escola pode propor ou adequar.
ATIVIDADE 06:
Leitura da lista dos nomes dos alunos
ATIVIDADE 06:
Leitura do alfabeto
* Essas atividades serão desenvolvidas em colaboração com o professor de Educação Física responsável pela classe;
** Essas atividades serão desenvolvidas em colaboração com o professor de Arte responsável pela classe.
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2.2. Primeiro Dia
2.2.1. Recepção e acolhimento dos alunos
No momento em que as crianças chegarem, deverão ser recebidas por todos os professores do 1º ano. O importante é que haja uma interação entre professores e os pais desses alunos, portanto a escola deve estar toda preparada para recebê-los.
Os pais ou responsáveis devem ser orientados a acompanhar os filhos até a entrada da sala de aula, onde o professor irá recebê-los. Em seguida, os pais devem ser encaminhados ao pátio da escola, para junto com os gestores participem de uma apresentação da proposta de ensino, da rotina dos primeiros dias, do respeito às especificidades da faixa etária, do que as crianças irão aprender durante o ano (expectativas de aprendizagem), de como os pais podem ajudar nas tarefas do filho, bem como o desenvolvimento das atividades no decorrer do ano letivo.
Em sala de aula o professor organizará a turma para uma roda de conversa.
2.2.2. Roda de Conversa
Essa atividade permite aos alunos participarem de momentos de intercambio na qual ouvem os colegas, formulam perguntas e emitem opiniões sobre o tema discutido. Em situações como esta em que as crianças são convidadas a relatar suas vivências, suas opiniões acerca de determinado tema ou assunto, suas impressões entre outros, que elas são inseridas na linguagem oral, partilhando coletivamente os seus significados e se apropriando dos significados do outro. Por meio da linguagem e da interação, as crianças podem ter acesso a outras realidades. Cabe ao professor estimular seus alunos a esse intercâmbio, considerando que a “conversa” deve ser vista como um conteúdo a ser trabalhado em sala.
Na roda de conversa, o professor em primeiro lugar deve contextualizar o motivo da atividade, visto que este é o primeiro contato que eles terão enquanto alunos
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e professor. Cabe ao professor realizar a sua apresentação, pois esta servirá de modelo para que as crianças posteriormente sejam convidadas a falar de suas vidas como, por exemplo: Quem é? O que gosta de fazer quando não está na escola? Frequentou a pré-escola? Quais são os pratos / comidas preferidas? De que brincadeiras gostam? Entre outras perguntas que podem fazer parte desta roda de conversa.
2.2.3. Turismo pela escola
É uma atividade que tem por finalidade apresentar os vários ambientes da escola e favorecer o conhecimento de todos os espaços e sua utilização, bem como a apresentação dos funcionários e suas respectivas funções. Esse é um ótimo momento para integrar os alunos que estão frequentando pela primeira vez a escola.
O importante nessa atividade é que o professor explore os espaços que os alunos começarão a frequentar, entretanto alguns desses devem ser bem explorados, como, por exemplo, o espaço de leitura da escola que precisa ser apresentado como um local nobre que os alunos poderão utilizar sempre que necessitar. Além disso, é importante reiterar que algumas aulas poderão ser ministradas nesse espaço.
2.2.4. Brincadeiras
As situações de brincadeira favorecem a interação, o movimento e autonomia entre as crianças. Quando participam de brincadeiras as crianças externam seus sentimentos e aprendem a conhecê-las, em especial quando interagem com os adultos e demais crianças. Como podemos confirmar em documento do MEC (1992).
Podemos considerar jogo toda atividade onde se observem as seguintes características: ordem, tensão, movimento, mudança, solenidade, ritmo, entusiasmo. A atividade deve também ser voluntária, livre, diferente da vida corrente, da vida real; ser desinteressada, um intervalo da vida cotidiana, sem deixar de fazer parte dela. No centro de todas essas
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características está o elemento que as articula: a ilusão (do latim inlusio, illudere, que significa “em jogo”), aquilo que transcende as necessidades imediatas da vida e dá à ação um outro sentido; o sentido do lúdico. (MEC, 1992)
O contato com as regras da brincadeira permite que as crianças se apropriem de atitudes próprias do convívio coletivo.
A seguir sugerimos algumas brincadeiras que fazem parte do Guia de Planejamento e Orientações Didáticas – Ler e Escrever – 1º ano (2011), que podem ser desenvolvidas junto às crianças. Sugestões de brincadeiras
Cabra-Cega
Material necessário:
Uma venda para os olhos.
Modo de jogar:
Um pegador tem seus olhos vendados por um lenço ou similar; depois de girar o corpo em torno de si mesmo algumas vezes, tenta pegar os demais utilizando os sentidos do tato e da audição.
Aos demais, cabe apenas tentar fugir e confundir o pegador, sendo proibido, no entanto, tocá-lo. Quando alguém é pego, tem seus olhos vendados e assume o papel de pegador. O interessante da atividade é a utilização de sentidos que normalmente são menos usados no cotidiano.
Nunca Três
Modo de jogar:
Os jogadores se distribuem aleatoriamente pelo espaço determinado para o jogo, organizados em duplas de braços dados. São designados um pegador e um fugitivo. Quando o fugitivo se cansa, procura o “pique” em alguma das duplas espalhadas pelo espaço e entrelaça os braços com um dos componentes da dupla.
O componente da dupla do lado oposto se solta o mais rapidamente possível e passa a ser o fugitivo.
A variação possível para essa atividade é inverter o papel desse componente, de fugitivo para pegador.
2.2.5. Cantos de Atividades Diversificadas
Os momentos destinados aos cantos de atividades diversificadas devem ser permanentes na rotina, pois se trata de situação em que o professor propõe a seus alunos diversos espaços de brincadeira, dentro ou fora da sala de aula, nos quais os alunos são convidados a explorá-los.
Os cantos são baseados em três princípios de aprendizagem - a interação, a autonomia e o movimento. Esses três princípios devem ser motivo de constante
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reflexão dos professores no momento do planejamento das atividades a serem ali realizadas, devem possibilitar:
 Situações de brincadeiras e jogos nas quais se podem escolher parceiros, materiais, brinquedos etc.;
 A participação em situações que envolvam a combinação de algumas regras de convivência em grupo e aquelas referentes ao uso dos materiais e do espaço;
 A valorização do diálogo para resolver os conflitos e por último a valorização dos cuidados com os materiais de uso individual e coletivo.
Os cantos de atividades diversificadas e a interação
A interação entre as crianças permite que sejam trabalhados conteúdos de natureza procedimental e atitudinal, dos quais as crianças se apropriam gradativamente. São esses os momentos em que aparecem as negociações, as discussões no grupo, as tomadas de decisões individuais e coletivas, o respeito pelas decisões, além dos papéis que as crianças assumem durante a brincadeira.
Os cantos e a autonomia
Com as atividades simbólicas realizadas nos cantos, os alunos poderão conquistar a autonomia paulatinamente, mesmo que inicialmente, ela esteja restrita e limitada ao pequeno grupo e as pessoas mais próximas. Aos 6 anos as crianças iniciam o processo pelo qual é possível julgar e decidir levando em conta os atos imediatos presentes na brincadeira e optar por atitudes com base em intencionalidades presentes no jogo de representar papéis, uma vez que as regras foram criadas e obedecidas pelo próprio grupo.
A rotina (delimitação de espaço e tempo nas atividades) da classe compartilhada com os alunos reforça a autonomia, a estabilidade e a iniciativa, principalmente quando a eles é dada a oportunidade de argumentar, pensar, discutir, obter êxito em pequenos empreendimentos, fortalecer e legitimar as regras estabelecidas com eles. Cada criança tem seu tempo para desenvolver a autonomia, porém cabe ao professor ajudar seus alunos nesse desenvolvimento.
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Os cantos e o movimento
O movimento deve estar presente nessas atividades de cantos. É importante também que se promovam situações em que as crianças possam estar em contato com diferentes materiais, a fim de explorá-los, como por exemplo: canto do salão de cabeleireiro, canto do mercadinho, canto de arte, entre outros. O importante é que a sala seja organizada para essa finalidade, pois muitas vezes o que se vê nas atividades de cantos são crianças trabalhando em grupos sentados em cadeiras e dispostos em suas mesas. Nota-se que o professor, nestas ocasiões, não realiza quase nenhuma mudança no layout da sala, não promovendo assim o movimento e a criação de um espaço de investigação e construção de conhecimentos que envolvam diferentes aspectos da vida sociocultural dos alunos.
A imaginação presente nas brincadeiras de faz de conta permite aos alunos interagirem no mundo dos adultos ordenando-o à sua maneira.
Caberá ao professor observar se todos os seus alunos (ou a grande maioria) já tiveram a experiência de trabalhar com os cantos de atividades diversificadas na Educação Infantil. Sabemos que muitos professores receberão alunos que, em sua maioria, não frequentou a Educação Infantil, sendo necessário que eles contextualizem em roda de conversa, a importância dos cantos e como a atividade será realizada. Nesse momento o professor verifica se há cooperação entre os participantes, respeito às regras, se existem desafios nas tomadas de decisões e solução dos impasses. Há ainda a possibilidade de planejamento de mesas com desafios de problemas que envolvam números, classificação de objetos, agrupamentos de diferentes naturezas, entre outras.
2.2.6. Leitura e Escrita no Primeiro Ano
A alfabetização deixou de ser encarada como um momento estanque e passou a ser entendida como um processo, no qual o primeiro ano desempenha papel fundamental na aquisição da escrita e prática de leitura em atividades permanentes.
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Nomes Próprios
Desde o primeiro dia, o professor irá explorar atividades de leitura e escrita dos nomes próprios, tendo como referência o nome das crianças.
O importante é que os alunos tenham contato com a lista de nome dos colegas da turma. Ela precisa ser preparada com antecedência pelo professor e afixada na parede da sala, acessível a todos.
A lista deve ser escrita em ordem alfabética, em letra de forma maiúscula, pois este tipo de letra é a mais indicada para os alunos em processo de aquisição do sistema de escrita.
Sua organização em ordem alfabética coloca muitas questões no momento em que os alunos são convidados a participar de leitura da lista, favorecendo um conflito cognitivo, principalmente com nomes que começam com a mesma letra, pois terão que “afinar” suas estratégias de leitura como, por exemplo, a última letra ou outras letras que diferenciam um nome de outro.
2.2.7. Leitura em voz alta pelo professor
A leitura de histórias infantis no ambiente da escola pode se tornar um momento para que os alunos se apropriem da linguagem escrita, permitindo às crianças a possibilidade de inserção social e conquista de autonomia no mundo letrado em que vive.
Ao lermos utilizamos muito mais os conhecimentos que estão fora do texto (sobre a linguagem literária, o gênero, sua estrutura, o portador e mesmo o conteúdo) do que aqueles que estão no papel (as palavras ou as letras).
Na leitura realizada para os alunos, o professor pode oferecer experiências com esses aspectos extratexto, que são fundamentais na construção de suas competências enquanto leitores. Para formar leitores – um dos principais desafios da escola – é importante que as experiências dos alunos com os livros e
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com a leitura sejam sempre bem planejadas e, para isso, a escolha dos livros é decisiva.
Dicas sobre a escolha de livros para a leitura do professor
 Leia textos que eles não leriam sozinhos. Histórias curtas, com pouco texto e muitas ilustrações – que podem servir à leitura individual dos alunos –, geralmente não são adequadas a essa situação.
 Escolha textos cuja história você aprecie. Se a história não for interessante para você, é provável que também não o seja para os alunos.
 A qualidade literária do texto é importante. Isto significa: uma trama bem estruturada (divertida, inesperada, cheia de suspense, imprevisível); personagens interessantes e linguagem bem construída, diferente daquela que se fala no cotidiano.
 Evite utilizar histórias que sirvam para dar alguma lição de moral ou mensagem edificante. Geralmente essas histórias têm uma linguagem muito simplificada, metáforas óbvias, enredos totalmente previsíveis e em geral levam a apenas uma interpretação de sentido. Uma boa história permite que cada leitor a interprete de seu modo, gerando múltiplos significados.
 Ler um livro em capítulos ou dividir uma história mais longa em partes pode ser bastante adequado para as turmas de 1a série. [...] Isso implica interromper a leitura em momentos que criem expectativa, pedir que os alunos façam antecipações e deixá-los sempre com gostinho de “quero mais”.
 Ouvir a leitura e poder comentá-la já é uma tarefa completa na qual os alunos aprendem muito. Não é necessário complementá-la solicitando que façam desenhos da parte que mais gostaram, dramatizações, dobraduras etc. Além de não serem ações que as pessoas façam ao ler um texto literário, não contribuem para que os alunos aprendam mais sobre o texto nem para que se tornem melhores leitores. (GUIA DE PLANEJAMENTO E ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS – PROFESSOR – 2ª SÉRIE).
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Além dos textos de literatura, outros materiais de leitura precisam fazer parte da leitura do professor para que as crianças tenham contato com os diferentes gêneros.
Expectativas relacionadas às práticas de leitura
 Apreciar textos literários.
 Recontar histórias conhecidas, recuperando algumas características da linguagem do texto lido pelo (a) professor (a).
 Ler, com a ajuda do (a) professor (a), diferentes gêneros (textos narrativos literários, textos instrucionais, textos de divulgação científica e notícias), apoiando-se em conhecimentos sobre o tema do texto e sobre as características de seu portador, sobre o gênero e sobre o sistema de escrita.
 Ler, por si mesmo, textos conhecidos, tais como parlendas, adivinhas, poemas, canções, trava-línguas, além de placas de identificação, listas, manchetes de jornal, legendas, quadrinhos e rótulos.
2.2.8. Comunicação oral, Análise e reflexão sobre a língua e práticas de produção de texto
O professor pode propiciar momentos nos quais os alunos possam:
 Participar de situações de intercâmbio oral, ouvindo com atenção e formulando perguntas sobre o tema tratado.
 Planejar sua fala, adequando-a a diferentes interlocutores em situações comunicativas do cotidiano.
 Compreender o funcionamento alfabético do sistema de escrita, ainda que escreva com erros ortográficos (ausência de marcas de nasalização, hipo e hipersegmentação, entre outros).
 Escrever alfabeticamente – ainda que com erros de ortografia - textos que conhece de memória (o texto falado e não a sua forma escrita), tais como: parlendas, adivinhas, poemas, canções, trava-línguas, entre outros.
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 Reescrever – ditando para você ou para os colegas e, quando possível, de próprio punho – histórias conhecidas, considerando as ideias principais do texto-fonte e algumas características da linguagem escrita.
 Produzir textos de autoria (bilhetes, cartas, instrucionais), ditando para você ou para os colegas e, quando possível, de próprio punho.
 Revisar textos coletivamente com sua ajuda.
 Reescrever – ditando para você ou para os colegas e, quando possível, de próprio punho – histórias conhecidas, considerando as ideias principais do texto-fonte e algumas características da linguagem escrita.
 Revisar textos coletivamente com sua ajuda. (GUIA DE PLANEJAMENTO E ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS – PROFESSOR – 1º ANO - 2010).
2.3. Segundo Dia
2.3.1. Combinados da Classe
Os combinados representam o conjunto de condutas específicas que regulam o funcionamento do trabalho do grupo, e as relações aluno entre aluno e professor. Corresponde um conjunto de regras do próprio grupo, regulam entre outras coisas as relações dentro da sala de aula e o compromisso com o conhecimento. Para que os combinados sejam realmente significativos será importante colher dos próprios alunos o que é possível de ser realizado por todo o grupo, de modo que haja respeito entre todos, além da organização dos espaços, dos tempos, entre outros.
Quando os combinados estiverem construídos será preciso que se faça valer de verdade, que seja usado por todos, pois todos tiveram participação, inclusive o professor.
Será importante fazer uma lista com os combinados da classe e, sempre que possível, retomá-los com os alunos. Vale lembrar que os combinados podem ser modificados, de acordo com as necessidades do grupo. Essa lista deve estar em um local visível para frequente consulta.
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2.3.2. Leitura em voz alta feita pelo professor
Situação didática que assegura ao aluno o acesso à diversidade de textos mesmo antes de lerem convencionalmente. Consiste em uma atividade permanente, que deve acontecer diariamente. O professor precisa garantir a escolha de bons textos e que os alunos sejam convidados a apreciá-los. Sua importância se dá no momento em que os alunos se apropriam gradativamente da linguagem escrita pela voz do professor.
A leitura em voz alta feita pelo professor deverá ser momento privilegiado, e de preferência ser introduzida antes da sequência habitual das demais atividades da rotina de classe. Essa leitura precisa ser realizada desde o início da escolaridade, pois é por meio desta atividade que as crianças têm acesso à cultura escrita, é pela voz do professor que as crianças se transportam ao mundo mágico da literatura e começam a se constituir como leitores, pois, ao dar voz aos textos, o professor permite não apenas que as crianças tenham acesso à história lida, mas ao modo como cada gênero se organiza.
O professor encontrará no Guia de Planejamento e Orientações Didáticas Ler e Escrever – Professor Alfabetizador – 1º ano (2010), p. 70 - 80, “Situações de leitura pelo professor”.
2.3.3. Atividades com o alfabeto
Conhecer os nomes das letras é fundamental para os alunos que estão se alfabetizando, pois em alguns casos eles fornecem pistas sobre um dos sons que elas podem representar na escrita. Além disso, os alunos têm de conhecer a forma gráfica das letras e a ordem alfabética. Essa aprendizagem, porém, pode ocorrer de forma lúdica e divertida por meio de jogos, parlendas e adivinhas.
O professor pode:
 Afixar as letras do alfabeto junto com os alunos, transformando esse momento de organização do espaço da sala de aula também em um momento de aprendizagem.
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 Fazer uma ficha com o alfabeto completo em letra bastão para que os alunos a colem em seu caderno. Há sugestão na página 10 da Coletânea de Atividades do 1º ano.
 Fazer um marcador de livro ou ficha avulsa com o alfabeto completo para que possam consultá-lo sempre que precisarem.
 Organizar atividades de completar as letras do alfabeto, utilizando suportes variados: o abecedário afixado na sala de aula, cobrindo algumas das letras com um pedaço de papel, e/ou uma tabela com a sequência do alfabeto incompleta (produzida no computador ou mimeografada).
 Propor que os alunos analisem quais letras compõem seu nome, os nomes dos colegas e o seu. A atividade poderá, inicialmente, ser feita de forma coletiva, e, depois, com os alunos reunidos em duplas ou em grupos. Comece escrevendo seu nome na lousa e, junto com a turma, analise as letras que o compõem. Mostre quais são essas letras, destacando aquelas que aparecem mais de uma vez. Depois, em duplas, os alunos deverão analisar quais letras fazem parte do próprio nome, utilizando como suporte o crachá.
 Ensinar os alunos a “cantarolar” o alfabeto, de modo que memorizem a sequência das letras, ainda que não conheçam sua forma gráfica. Esse procedimento vai ajudá-los a reconhecer os nomes das letras, facilitando a aprendizagem. Recitar parlendas que envolvam o alfabeto também é uma ótima estratégia. As atividades com o alfabeto devem acontecer apenas enquanto houver alunos que não sabem os nomes das letras. Depois disso, elas perdem a função. Pode-se incluir ainda Cartazes com: novidades, mapas de presença, tarefas do dia, cardápio, previsões do tempo, todos esses cartazes ficarão em uma área de escrita, que deverá ser renovada periodicamente.
2.3.4. Hora da Merenda
Em sala de aula, será importante promover uma roda de conversa sobre a hora da merenda. Nos primeiros dias, convém que o professor acompanhe os alunos e
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os oriente de modo que a refeição na escola seja um momento de aprendizagem e de convívio social. Nesses momentos, os alunos se apropriam de conteúdos ligados às atitudes individuais e coletivas. A escolha dos alimentos e a importância de uma alimentação saudável proporcionam às crianças, ao longo do tempo, desenvolver autonomia para realizarem suas refeições sem orientação do professor.
Sugestões de atividades para o 2º ao 5º anos
O documento “Orientações Curriculares do Estado de São Paulo – Língua Portuguesa e Matemática do Ciclo I(1)” é organizado em torno de um objetivo central: subsidiar todos os envolvidos no processo de ensino da Língua Portuguesa e da Matemática, sistematizando os conteúdos mais relevantes a serem garantidos ao longo dos anos iniciais do Ensino Fundamental.
Paralelamente a realização dos diagnósticos, o professor poderá desenvolver diferentes situações didáticas.
A concepção que embasa o documento citado pressupõe a articulação entre a ação do aprendiz, a especificidade de cada conteúdo a ser aprendido e a intervenção didática.
Dessa forma, o quadro a seguir sugere para os 2º, 3º, 4º e 5º anos, práticas de linguagem oral, linguagem escrita, leitura e produção de textos, além de análise e reflexão sobre a língua. Em Matemática, atividades relacionadas a cada bloco de conteúdo (números e operações, espaço e forma, grandezas e medidas e tratamento da informação), para que essa articulação se realize. LÍNGUA PORTUGUESA PRÁTICAS DE LINGUAGEM ORAL ATIVIDADES ORIENTAÇÕES RODAS DE CONVERSA
Momentos em que os alunos possam escutar e narrar fatos conhecidos ou relatar experiências e acontecimentos do cotidiano. Nessas situações é necessário garantir que os alunos possam expressar sensações, sentimentos e necessidades.
(1) Documento disponível em: http://lereescrever.fde.sp.gov.br/SysPublic/Home.aspx (no item “materiais para download”).
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APRESENTAÇÕES
Situações em que os alunos possam expor oralmente um tema, usando suporte escrito, tais como: roteiro para apoiar sua fala, cartazes, transparências ou slides. CONVERSAS EM TORNO DE TEXTOS
Que ajudem os alunos a compreender e distinguir características da linguagem oral e da linguagem escrita. PRÁTICAS DE LEITURA ATIVIDADES ORIENTAÇÕES LEITURA DIÁRIA
Leitura para os alunos, de contos, lendas, mitos e livros de história em capítulos de forma a repertoriá-los ao mesmo tempo em que se familiarizam com a linguagem que se usa para escrever, condição para que possam produzir seus próprios textos. RODAS DE LEITORES
Nas quais os alunos possam compartilhar opiniões sobre os livros e textos lidos (favoráveis ou desfavoráveis) e indicá-los (ou não) aos colegas. LEITURA PELOS ALUNOS
Leitura de diferentes gêneros textuais (em todas as séries do Ciclo) para dotá-los de um conhecimento procedimental sobre a forma e o modo de funcionamento de parte da variedade de gêneros que existem fora da escola. Isto é, conhecerem sua forma e saberem quando e como usá-los. MOMENTOS EM QUE OS ALUNOS TENHAM QUE LER HISTÓRIAS
Leitura de Histórias para os colegas ou para outras classes – para que melhorem seu desempenho neste tipo de leitura, possam compreender a importância e a necessidade de se preparar previamente para ler em voz alta. ATIVIDADES DE PESQUISA
Pesquisa em que os alunos consultem fontes em diferentes suportes (jornal, revista, enciclopédia, etc.) para aprender a buscar informações. ATIVIDADES DE LEITURA COM DIFERENTES PROPÓSITOS
Leitura com diferentes propósitos: para se divertir, se informar sobre um assunto, localizar uma informação específica, para realizar algo, propiciando que os alunos aprendam os procedimentos adequados aos propósitos e gêneros. ATIVIDADES EM QUE OS ALUNOS, APÓS A LEITURA DE UM TEXTO, COMUNIQUEM AOS COLEGAS O QUE COMPREENDERAM
Compartilhem pontos de vista sobre o texto que leram, sobre o assunto e façam relação com outros textos lidos.
ANÁLISE E REFLEXÃO SOBRE A LÍNGUA ATIVIDADES ORIENTAÇÕES ATIVIDADES DE LEITURA PARA ALUNOS QUE NÃO SABEM LER CONVENCIONALMENTE
Oferecendo textos conhecidos de memória – parlendas, adivinhas, quadrinhas, trava-línguas e canções –, em que a tarefa é descobrir o que está escrito em cada parte, tendo a informação do que trata o texto (por exemplo: “Esta é a música Pirulito que bate-bate...”). Para isso é necessário ajustar o falado ao que está escrito, verificando esse ajuste a partir de indícios (valor sonoro, tamanho das palavras, localização da palavra no texto...). ATIVIDADES DE ESCRITA PARA ALUNOS QUE NÃO SABEM ESCREVER CONVENCIONALMENTE
Atividades nas quais os alunos com hipóteses de escrita não alfabéticas sejam colocados para escrever textos que sabem de memória (o texto falado, não sua forma escrita) como: parlendas, adivinhas, quadrinhas, trava–línguas e canções. O objetivo é que os alunos reflitam sobre o
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sistema de escrita, como escrever (quantas e quais letras usar) sem precisar se ocupar do conteúdo a ser escrito. APRESENTAÇÃO DO ALFABETO COMPLETO
Desde o início do ano em atividades em que os alunos tenham que:
- Recitar o nome de todas as letras, apontando-as na sequência do alfabeto e nomeá-las, quando necessário, em situações de uso.
- Associar as letras ao próprio nome e aos dos colegas. ATIVIDADES EM QUE OS ALUNOS TENHAM NECESSIDADE DE UTILIZAR A ORDEM ALFABÉTICA
Alfabeto em suas aplicações sociais, como no uso de agenda telefônica, dicionário, enciclopédias, glossários e guias, e na organização da lista dos nomes dos alunos da sala.
ATIVIDADES DE ESCRITA EM DUPLAS
Atividades nas quais os alunos com hipóteses de escrita ainda não al-fabéticas façam uso de letras móveis. A mobilidade desse material potencializa a reflexão sobre a escolha de cada letra. É interessante que o professor fomente a reflexão, solicitando aos alunos que justifiquem suas escolhas para os parceiros. PRÁTICAS DE PRODUÇÃO DE TEXTO ATIVIDADES ORIENTAÇÕES ATIVIDADES EM QUE OS DIFERENTES GÊNEROS SEJAM APRESENTADOS AOS ALUNOS
Através da leitura pelo professor, tornando-os familiares, de modo a reconhecer as suas diferentes funções e organizações discursivas.
ATIVIDADES EM QUE O PROFESSOR ASSUMA A POSIÇÃO DE ESCRIBA
Para que os alunos produzam um texto oralmente com destino escrito, levando-os a verificar a adequação do escrito do ponto de vista dis-cursivo, relendo em voz alta, levantando os problemas textuais. ATIVIDADES DE ESCRITA OU REESCRITA EM DUPLAS
Atividades nas quais o professor orienta os papéis de cada um: quem dita, quem escreve e quem revisa, alternadamente. ATIVIDADES DE PRODUÇÃO DE TEXTOS
Atividades de produção de textos com a definição de leitor, o propósito e o gênero de acordo com a situação comunicativa.
ATIVIDADES EM QUE OS ALUNOS SÃO CONVIDADOS A ANALISAR TEXTOS BEM ESCRITOS
Análise de textos de autores consagrados, com a orientação do professor, destacando aspectos interessantes no que se refere à escolha de palavras, recursos de substituição, de concordância e pontuação, marcas que identificam estilos, reconhecendo as qualidades estéticas do texto. ATIVIDADES PARA ENSINAR PROCEDIMENTOS DE PRODUÇÃO DE TEXTOS
Procedimentos como: planejar, redigir rascunhos, reler, revisar e cuidar da apresentação.
MATEMÁTICA NÚMEROS E OPERAÇÕES ATIVIDADES ORIENTAÇÕES RODA DE CONTAGEM
Atividades que estimulem os alunos a buscarem estratégias que facilitem a identificação de quantidades.
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COLEÇÕES DE OBJETOS
Formar coleções com diferentes objetos, como: adesivos, lacres de alumínio, miniaturas, bolinha de gude, figurinhas, contribui de forma significativa para que os alunos contem todos os elementos, mantendo a ordem ao enunciar os nomes dos números e observando que o último número corresponde ao total de objetos da coleção. SITUAÇÕES PROBLEMAS ENVOLVENDO A REFLEXÃO SOBRE OS NÚMEROS
Situações envolvendo números para que os alunos possam identificar a função que eles desempenham naquele contexto: números para quantificar, números para ordenar, entre outros. CONSTRUÇÃO DE FICHAS
Construir fichas de identificação de cada aluno contendo números que indiquem diferentes aspectos, por exemplo: idade, peso, altura, número de pessoas que moram na mesma casa, datas de nascimento, número de animais que possui, entre outros, proporcionando um espaço onde as crianças possam trocar as fichas e ler e interpretar as informações numéricas. SITUAÇÃO PROBLEMA ENVOLVENDO A COMPARAÇÃO DE QUANTIDADES ENTRE COLEÇÕES
Atividades de comparação de quantidades entre duas coleções, verificando se possuem o mesmo número de elementos, ou se possuem mais ou menos, utilizando para isso diferentes estratégias: correspondência um a um e estimativas. CALENDÁRIO
Proporciona a reflexão sobre a sequência numérica em uma situação real de consulta. JOGO DE TRILHA
Proporciona as crianças a marcarem os avanços e recuos numa pista numerada. ATIVIDADES QUE ENVOLVAM CÉDULAS E MOEDAS
Favorece as crianças uma situação em que sejam convidadas a resolver situações problemas fazendo uso de cédulas e moedas, como exemplo: o mercadinho em sala de sala de aula, jogo de banco imobiliário etc. ESPAÇO E FORMA ATIVIDADES ORIENTAÇÕES JOGOS E BRINCADEIRAS
Que estimulem os alunos a situar-se ou se deslocar no espaço, recebendo e dando instruções, usando vocabulário de posição. Exemplos: Jogos de Circuito, Caça ao Tesouro, Batalha Naval. CONSTRUÇÃO DE MAQUETES
Produção de maquetes da sala de aula e de outros espaços, identificando semelhanças e diferenças entre uma maquete e uma planta. PERCURSO
Desenhar o percurso de casa à escola e propor que os alunos troquem e comparem seus desenhos e façam a leitura do percurso dos colegas. JOGOS DE ADIVINHA
Jogos para adivinhar um determinado objeto referindo-se apenas ao formato dele. SÓLIDOS GEOMÉTRICOS
Classificação de sólidos geométricos a partir de critérios como: superfícies arredondadas e superfícies planas, vértices, entre outras. GRANDEZAS E MEDIDAS ATIVIDADES ORIENTAÇÕES ATIVIDADES QUE EXPLOREM PADRÕES DE MEDIDAS NÃO CONVENCIONAIS
Medir o comprimento da sala com passos, palmos, etc.
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SITUAÇÕES-PROBLEMA
Situações que envolvam a comparação entre dimensões reais e as de uma representação em escala, percebendo que muitos objetos não podem ser representados em suas reais dimensões, como, por exemplo: um carro, um caminhão, uma casa.
Explorar as noções de perímetro e de área a partir de situações-problema que permitam obter a área por decomposição e por compo-sição de figuras, usando recortes e sobreposição de figuras, entre outras.
LINHA DO TEMPO
Construção da linha do tempo para contar a sua própria história ou a história de vida de alguém conhecido ou da própria família. ATIVIDADES DE ROTINA
Atividades que permitam fazer marcações do tempo e identificar rotinas: manhã, tarde e noite; ontem, hoje, amanhã; dia, semana, mês, ano; hora, minuto e segundo. TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO ATIVIDADES ORIENTAÇÕES LEITURA DE DADOS
Leitura e discussão sobre dados relacionados à saúde, educação, cultura, lazer, alimentação, meteorologia, pesquisa de opinião, entre outros, organizados em tabelas e gráficos (barra, setores, linhas, pictóricos) que aparecem em jornais, revistas, rádio, TV, internet. LEITURA E CONSTRUÇÃO DE TABELAS E GRÁFICOS
Preparação e simulação de um jornal ou de reportagens feitas pelos alunos, comunicando através de tabelas ou gráficos o assunto pesquisado por eles. SITUAÇÕES-PROBLEMA
Resolução de situações-problema simples que ajudem os alunos a formular previsões a respeito do sucesso ou não de um evento, por exemplo: um jogo envolvendo números pares ou ímpares, o lançamento de um dado.
Seguem também, sugestões para o início das aulas das disciplinas de Arte e Educação Física. ARTE Reconhecendo a importância da Arte na formação e desenvolvimento cognitivo das crianças e na construção de pessoas sensíveis, confiantes e transformadoras da sociedade, a Secretaria de Estado da Educação de São Paulo, em 2003, anunciou a inserção do Ensino de Arte no Ciclo I, com aulas ministradas por professores especialistas. A partir de então, também nos anos iniciais, o foco dos estudos está centrado em quatro linguagens artísticas: música, dança, artes visuais e teatro, envolvendo tanto a experiência de apropriação de produtos artísticos, quanto o desenvolvimento da competência de representar ideias e pensamentos por meio dos signos não verbais. E, de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais e o Currículo de Arte do Estado de São Paulo, ficam estabelecidos que os três eixos articuladores da disciplina Arte são a Produção, a Fruição e a Reflexão. Em 2008, com o objetivo de apoiar o trabalho realizado nas escolas estaduais e contribuir para a melhoria da qualidade das aprendizagens dos alunos, esta Secretaria propôs um currículo básico para as escolas de Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio. Porém, o Ensino Fundamental Ciclo I, naquele momento, não foi contemplado com um documento curricular que orientasse os professores de Arte que atuam nesse segmento de ensino.
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No ano de 2011 a Equipe Técnica de Arte, da então Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas – CENP, entendendo a importância de se propor princípios orientadores para a prática educativa desse professor de forma a assegurar a qualidade do ensino e da aprendizagem oferecida às crianças, agora atendidas em um Ensino Fundamental de 9 anos, iniciou a elaboração do Currículo de Arte para esse referido segmento. Durante todo esse ano um grupo de Professores Coordenadores de Arte das Diretorias de Ensino (PCOP) da Capital e Interior, se reuniram mensalmente com a Equipe de Arte da CENP e consultores especialistas em cada uma das linguagens artísticas. Parte do produto gerado por esse trabalho, ou seja, a versão preliminar das expectativas de aprendizagem em Arte dos três primeiros anos, que comporão o Currículo de Arte dos anos iniciais do Ensino Fundamental está disponível no endereço eletrônico: http://www.educacao.sp.gov.br/projetos/o-ensino-de-arte-nos-anos-iniciais, para análise e avaliação dos professores de Arte de toda a rede. A intenção da Equipe Técnica de Arte/SEE ao disponibilizar tal documento é estabelecer um diálogo com os todos os professore de Arte para que junto a estes possam continuar a construção do Currículo de Arte dos anos iniciais. 2012 – AS AULAS DE ARTE: POR ONDE COMEÇAR? “Nenhum projeto escolar começa do nada, do vazio. As crianças, de uma forma ou de outra, trazem um repertório de ideias, de noções, de hipóteses, de experiências nas linguagens da arte. É a partir daí, da investigação do mundo real e simbólico dos alunos que se começa a caminhar. O primeiro passo, então, é elaborar um diagnóstico do nosso grupo, conhecer nossos alunos; esse é o nosso chão!” (2) As atividades e as orientações didáticas aqui sugeridas para serem desenvolvidas nos dez primeiros dias de aula deste ano letivo fazem parte da publicação O Ensino de Arte nas séries iniciais – Ciclo I, encaminhada para as escolas da rede estadual em 2006. O mesmo material está disponível digitalmente e pode ser acessado pelo link http://www.crmariocovas.sp.gov.br/Downloads/ensino_arte_ciclo1.pdf . Os conhecimentos prévios dos alunos cumprem um papel fundamental nos processos de aprendizagem. Portanto, aconselhamos que o primeiro passo a ser dado consista na busca pela compreensão dos conhecimentos a serem adquiridos pelos alunos, investigando-os de forma planejada e a partir do material com o qual podemos contar e que contemple o ensinar/aprender Arte nos anos iniciais. Assim, sugerimos que, pautado nas orientações oferecidas no livro citado, o professor de Arte dos anos iniciais desenvolva seu trabalho considerando que novos saberes são construídos a partir dos conhecimentos prévios dos alunos. O respeito e interesse do professor por tais conhecimentos é a base para essa aquisição devendo, portanto, ser seriamente pesquisados e considerados como ponto de partida no momento de planejar e propor situações de aprendizagem. Diferentes estratégias de sondagem dos conhecimentos poderão ser utilizadas nesse processo. Entretanto, sugerimos que os livros do acervo do Programa Ler e Escrever substituam o estímulo gerador original citado na publicação, ou seja, o filme “Alice no País das Maravilhas”. PROFESSOR, DURANTE AS ATIVIDADES:  Verifique de forma abrangente e detalhada, durante as atividades vivenciadas pelos alunos, o repertório artístico/estético que possuem em cada linguagem artística. Observe quais as dificuldades
(2) O ensino de Arte nas séries iniciais – ciclo I, 2006, p. 23.
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apresentadas durante o processo e também o que já dominam com maior ou menor dificuldade, a fim de se estabelecer um referencial de trabalho ao professor.  Observe o “fazer” da criança, sua ação expressiva, interesse, indiferença, envolvimento; o uso e exploração de materiais, as preferências estéticas, as temáticas presentes em suas produções, se reconhecem e/ou identificam elementos expressivos, linguagens artísticas, a interação com o grupo, a relação com o componente curricular e com o professor.  Elabore uma leitura e análise apurada e cuidadosa das produções dos alunos.  Articule o repertório artístico e estético dos aprendizes ao que se pretende trabalhar ao longo do ano. OBJETIVOS: Com essa proposta pretendemos que os alunos:  Conheçam diferentes bibliografias e analisem as mensagens das histórias trabalhadas.  Participem das atividades interagindo com o grupo.  Conheçam a origem de algumas histórias.  Despertem o senso de observação para as características dos personagens das histórias.  Reconheçam que as histórias podem ser contadas em diferentes linguagens.  Entendam que toda produção artística tem um autor.  Percebam as diferenças entre produções bi e tridimensionais.  Identifiquem alguns elementos das linguagens artísticas.  Manipulem objetos sonoros.  Criem sons para as histórias.  Produzam imagens a partir das histórias.  Identifiquem alguns parâmetros do som.  Criem cenas com os textos das histórias.  Vençam a inibição e o medo de atuar.  Diferenciem palco e plateia.  Ofereçam vida para os personagens das histórias.  Criem movimentos para os personagens das histórias.  Pesquisem movimentos que o corpo humano pode realizar.  Percebam que nas aulas de Arte todos podem desenhar, pintar, atuar, cantar, dançar.  Encontrem diferentes maneiras de representar seus pensamentos e sentimentos por meio das linguagens não verbais. SUGESTÕES DE DESENVOLVIMENTO: Consultar “O Ensino de Arte nas Séries Iniciais – Ciclo I – Secretaria de Estado da Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. São Paulo: FDE, 2006. http://www.educacao.sp.gov.br/projetos/o-ensino-de-arte-nos-anos-iniciais
EDUCAÇÃO FÍSICA
O trabalho com a Educação Física no início da escolarização no Ensino Fundamental é caracterizado por trato com alunos que se encontram no mundo infantil, com crianças que apresentam as características da primeira infância e crianças com aspectos que transitam entre a primeira e a segunda infância. Essa variação no desenvolvimento infantil, na escolarização, conta com alunos na faixa etária entre cinco anos e meio a seis anos de idade. Assim, o trabalho com a Educação Física Escolar centra-se na proposição de vivências motoras que permitam a experimentação de um número ilimitado
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de movimentos, de modo que os alunos possam construir suas identidades e organizar suas estruturas para formação de um repertório motor que os permitam participar de variadas atividades físicas no decorrer da vida.
Para tanto, propõe-se para as primeiras semanas de aulas uma sondagem que permita a avaliação diagnóstica para a estruturação do trabalho a ser realizado, ao longo do ano letivo, em face do currículo construído com a própria rede de ensino. Nesse diagnóstico, espera-se levantar as características básicas de desenvolvimento dos alunos, bem como, apontar os possíveis níveis de organização motora que auxiliam na consolidação do repertório motor. Assim sendo, para essa sondagem sugere-se a possibilidade de aplicação de um projeto no início de cada aula, de modo a não interromper o planejamento prévio de cada docente. Salienta-se, professor, que essa sondagem pode ser modificada dadas as realidades locais de cada unidade escolar, bem como, em função do trabalho já iniciado em anos anteriores.
PROJETO VIVENCIANDO MOVIMENTOS:
O projeto, chamado “Vivenciando Movimentos” tem por finalidade o diagnóstico de conhecimentos prévios dos alunos com relação aos conteúdos procedimentais, conceituais e atitudinais relativos aos saberes específicos do campo da disciplina de Educação Física, bem como, integrá-los aos saberes provenientes do processo de leitura e escrita de mundo.
Foi concebido para que pudesse ser aplicado do primeiro ao terceiro anos do Ensino Fundamental, respeitadas as características de desenvolvimento cognitivo, afetivo e motor dos alunos em cada ano respectivo da escolarização; sempre com aumento de complexidade da tarefa e das solicitações para a resolução de problemas.
Trata-se de conhecimentos relativos aos animais, suas principais características, formas de locomoção e deslocamento e, dos aspectos intrínsecos que permeiam suas manifestações na natureza. Outro dado tratado foca-se nos conhecimentos relativos às possíveis formas de otimização das habilidades motoras básicas, com especial atenção destinada para as formas de locomoção humana e formas de manipulação de objetos.
Salienta-se que esses conhecimentos no campo da Educação Física configuram-se como o centro das atenções dos professores para com seus alunos, haja vista que a apropriação desses saberes poderá levar os alunos a alcançarem maiores graus de repertório motor, e, de informações acerca das atividades físicas oriundas das categorias da cultura de movimento, correspondentes ao núcleo de aprendizagens que a disciplina é responsável pela disseminação e construção em face do processo de escolarização.
O projeto pode ser desenvolvido durante o início das aulas como uma forma de sensibilização para a coleta de dados que alicerçarão o trabalho docente ao longo do semestre. Não há necessidade de esgotá-lo em poucas aulas, ocupando-se todo o tempo destinado para as aulas de Educação Física.
Destaca-se, também, que as atividades visam à integração do profissional de Educação Física com o professor polivalente da classe. Ambos podem atuar conjuntamente, explorando experiências de conhecer seus alunos em diversificadas situações de aprendizagens. O professor de Educação Física poderá adquirir experiência em leitura de histórias e apresentação de informações conceituais aos alunos e o professor da classe poderá observar os alunos em situações que extrapolam a separação entre cadeiras e carteiras, com os discentes em situações de exposições e contatos corporais e motores, o que caracteriza uma oportunidade impar de promoção de uma educação integral.
CARACTERÍSTICAS DO PROJETO NO CAMPO DA EDUCAÇÃO FÍSICA:
 Tempo previsto para desenvolvimento do projeto: mínimo de 6 aulas de Educação Física. Obs.: as aulas com a professora polivalente poderão ser agregadas ao trabalho.
Em virtude da abrangência para diagnóstico, salienta-se que o projeto visa atender princípios que
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passem por conteúdos procedimentais, conceituais e atitudinais. Destaca-se, ainda, que o projeto tem caráter de sensibilização, portanto, o aprofundamento no trato com os conteúdos dar-se-á no transcorrer das situações de aprendizagem, ao longo do ano letivo, com rotinas de trabalho definidas.
O projeto pode ser desenvolvido na parte inicial de cada aula (1/3), sendo o tempo restante destinado para o professor dar andamento em outras tarefas destinadas à sensibilização e ao prazer para com a atividade física.
 Princípios e finalidades:
1. Organização e formação das possibilidades de repertório motor;
2. Construção de saberes e informações acerca da atividade física;
3. Adoção de responsabilidade pessoal e coletiva para com a atividade física;
 Expectativas de aprendizagem:
1. Experimentar movimentos que permitam locomoção e manipulação;
2. Imitar situações de expressão corporal, gestos e sons, através de simbolismo;
3. Opinar sobre as características básicas de determinados esportes;
4. Opinar sobre a importância da prática de determinados esportes;
 Conteúdo:
1. Habilidades motoras básicas de locomoção e de manipulação;
2. Noção de animais e formas de ações motoras;
3. Noção de esportes e características básicas;
 Organização do espaço: pátio, quadra, ou sala com espaço destinado á organização da roda de leitura e brincadeiras.
 Organização dos alunos: inicialmente, em círculo.
 Material a ser utilizado: livro básico pertencente ao acervo do programa “Ler e Escrever”: JUNAKOVIC´, Svjetlan. Futebol, Tênis... São Paulo: Cosac Naify,2004 (acervo do Programa Ler e Escrever).
DESENVOLVIMENTO DO PROJETO:
Com os alunos dispostos em círculo, o professor inicia a leitura e apresentação do livro, com um animal e o esporte referido.
- Sugestão: apresentar cada animal e esporte em aulas distintas;
- O levantamento a respeito das informações diagnósticas deverá ser aprofundado de acordo com a faixa etária dos alunos;
- Crie estratégias de leitura, solicitando para os alunos produzir os sons e imitar as imagens do livro;
- Se possível apresente cenas de site ou de outros livros acerca do respectivo assunto;
 Levantar o que os alunos conhecem acerca do animal; Verificar a opinião sobre o animal;
 Levantar o que os alunos conhecem acerca da modalidade esportiva; Verificar a opinião sobre a modalidade; competições e principais atletas praticantes da mesma;
 Levantar a opinião dos alunos sobre a relação apontada no livro entre o animal e a modalidade esportiva destacada;
 Apresente alguns materiais e permita que os alunos vivenciem a história: o animal, a modalidade esportiva destacada. Professor procure não influenciar na decisão dos alunos, permitindo que escolham o que fazer. Seu papel docente será de observar e de registrar o diagnóstico. Deixe os alunos realizarem a brincadeira de forma individual ou em grupos de amizades. No decorrer do simbolismo, procure observar as manifestações das habilidades
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motoras básicas, bem como, das noções que carregam acerca dos conceitos tratados;
 Com turmas mais avançadas, há a possibilidade de se enriquecer o projeto com a apresentação de outros animais, extras daqueles citados no livro, e solicitar aos discentes para que criem possibilidades de práticas de modalidades esportivas para os mesmos e justifiquem o porquê.
SISTEMATIZAÇÃO: Ao final do trabalho em cada aula, pode-se solicitar para os alunos desenharem o que mais gostaram da história, para verificar o que foi mais significativo: a fantasia ou a ação motora. Esse levantamento fornecerá subsídios para o planejamento mais focado acerca da cultura de movimento: prática e informações. Lembre-se, professor, que de acordo com a faixa etária a parte escrita, da justificativa dos desenhos deverá ser orientada por você, pois os alunos estão em de processo de alfabetização.
ASPECTOS QUE PODEM SER APONTADOS NO DIAGNÓSTICO:
Durante a atividade observe se os alunos
Domínio Motor:
Noção de esquema corporal: verifique a predominância lateral; se há a adequação dos movimentos com a oralidade; e se há adequação dos recursos utilizados para a expressão corporal;
Habilidade Motora Básica: verifique o nível e o estágio de desenvolvimento motor em que os alunos se encontram, de modo que se possa adequar as solicitações de aprendizagem na implantação do currículo, de acordo com as necessidades e possibilidades de aquisições;
Domínio Cognitivo:
Compreensão dos personagens das histórias (características dos animais);
Compreensão dos esportes apresentados (características das modalidades);
Compreensão da relação entre os animais e os esportes destacados;
Características de fantasia (jogo simbólico) aproximadas com os personagens do livro;
Na sistematização, verifique o que mais chama a atenção dos alunos: a atividade física ou a proposição simbólica da atividade;
Domínio Afetivo:
Envolvimento com a atividade;
Atuação com eventos atrelados com a atividade física;
Avaliação diagnóstica inicial
A avaliação diagnóstica inicial constitui-se instrumento imprescindível ao planejamento pedagógico, pois oferece condições para que os docentes conheçam o perfil de seus alunos e reflitam sobre seus saberes e não saberes, direcionando seu trabalho em sala de aula. Contudo, para que esta avaliação cumpra seus objetivos, é fundamental que seja realizada de forma criteriosa. Assim, no início do ano letivo, os diferentes atores envolvidos no processo de ensino e de aprendizagem, professores coordenadores das unidades escolares e professores, precisam incluir nos espaços de formação e de trocas de experiências, em especial nas HTPC,
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momentos significativos de discussão sobre como avaliar a aquisição do sistema de escrita e as competências leitora e escritora de seus alunos.
Para subsidiar este trabalho, é indispensável que tenham como base as expectativas de aprendizagem esperadas para cada ano/série, de acordo com os documentos que regem o Ensino Fundamental dos anos iniciais da rede estadual de São Paulo.
Nesse sentido, quanto à avaliação diagnóstica da produção textual, faz-se necessário considerar que os objetivos gerais do ensino de Língua Portuguesa para os anos iniciais do Ensino Fundamental preveem que, ao final do 3º ano, os alunos saibam produzir textos de autoria, utilizando recursos da linguagem escrita. Da mesma forma, espera-se que, ao final dos 4º e 5º anos, os alunos sejam capazes de reescrever e/ou produzir textos de autoria, com o auxílio do professor, utilizando procedimentos de escritor, a saber, planejar o que vai escrever considerando a intencionalidade, o interlocutor, o portador e as características do gênero; fazer rascunhos; reler o que está escrevendo, tanto para controlar a progressão temática quanto para melhorar outros aspectos – discursivos ou notacionais – do texto; e revisar textos, próprios e de outros, do ponto de vista da coesão, da coerência, e da ortografia.
Nessa perspectiva, deve-se contemplar uma avaliação diagnóstica dos alunos no que concerne à produção textual, já que o educador necessita observar o que os alunos já sabem, registrando suas observações, para poder planejar as primeiras intervenções. Para tanto, é desejável que o professor leia e desenvolva as atividades diagnósticas sugeridas no Anexo 1 e sugestões de questões para analisar os mapas de sondagem no Anexo 2.
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BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. v.1, Brasília: Ministério de Educação e do Desporto, 1998.
BRASIL, Ministério da Educação e Cultura. Secretaria de Educação Fundamental. Professor da Pré-Escola. volume 01, Brasília, 1992.
Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental – Programa de Formação de Professores Alfabetizadores. Disponível em: . Acesso em 09 de agosto de 2011.
LERNER, Délia. Ler e Escrever na Escola: o real, o possível e o necessário. Artmed. Porto Alegre. 2002.
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Anexo 1 - Orientações para a avaliação diagnóstica
Avaliação para os 1º e 2º anos - A aquisição do sistema de escrita(3)
A sondagem das hipóteses de escrita é um dos recursos de que o professor dispõe para conhecer as ideias que os alunos ainda não alfabetizados já construíram sobre o sistema de escrita, e então planejar as atividades didáticas. É também um momento no qual os alunos têm a oportunidade de refletir sobre aquilo que escrevem. As produções dos alunos (amostras de escrita) são organizadas em um portfólio e o resultado do desempenho registrado no mapa da classe.
Vale ressaltar que o registro da análise da escrita deve ocorrer tão logo o professor tenha acesso aos conhecimentos dos alunos e o mapa de classe, atualizado periodicamente. Se o aluno tem um avanço significativo na sua hipótese de escrita no meio do bimestre, o mapa deve ser alterado, porque deve expressar o desempenho real da classe. A sondagem inicial deve ser realizada nas primeiras semanas de aula, assim como as atividades - para que os alunos (principalmente os que ainda têm a escrita pré-silábica) possam avançar na aquisição do sistema de escrita.
As sondagens devem ser feitas no início das aulas (em fevereiro), no início de abril, no final de junho, ao final de setembro e ao final de novembro.
Primeiro faça a sondagem com todos os alunos para identificar os que ainda não escrevem alfabeticamente. Com estes, repita posteriormente a avaliação, com um aluno de cada vez, acompanhando o que ele escreve, pedindo que leia o que escreveu e anotando os detalhes de como realiza a leitura. Deixe o restante da turma envolvido com outras atividades que não solicitem tanto sua presença (a escrita de uma cantiga, a produção de um desenho etc.). Se necessário, peça ajuda ao diretor, ao coordenador ou a outra pessoa que possa lhe dar esse suporte.
(3) Há orientações específicas com respeito à sondagem no material do professor do Programa Ler e Escrever – Guia de Planejamento e Orientações Didáticas para o professor alfabetizador / 2º ano - p. 24 - 26. (2010).
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Procedimentos:
1. Entregue uma folha de papel sem pauta e um lápis aos alunos.
2. Oriente as crianças para que escrevam uma palavra embaixo da outra, uma lista. Exemplifique na lousa com palavras que não pertençam à lista a ser ditada.
3. As crianças não devem usar borracha, já que todo registro será útil para a avaliação, contudo, se o aluno mudar de ideia quanto a sua escrita, poderá escrever novamente a palavra.
4. Dite normalmente as palavras, na seguinte ordem – polissílaba, trissílaba, dissílaba e monossílaba, e, em seguida, a frase, sem silabar. Lembre-se que as listas devem ser do mesmo campo semântico (brinquedos, frutas, animais, brincadeiras, merenda escolar etc.). Algumas sugestões:
LISTAS SUGERIDAS
ANIMAIS
MATERIAL ESCOLAR
FESTA DE ANIVERSÁRIO
ALIMENTOS
Dinossauro
Lapiseira
Brigadeiro
Mortadela
Camelo
Caderno
Coxinha
Presunto
Gato
Lápis
Bolo
Queijo

Giz
Bis
Pão
Eu tenho um gato.
A lapiseira quebrou.
A coxinha estava gostosa.
O menino comeu queijo.
5. Observe a reação dos alunos enquanto escrevem. Anote aquilo que eles falarem em voz alta sobre a escrita, sobretudo o que eles pronunciarem de forma espontânea (não obrigue ninguém a falar nada).
6. Quando terminarem, peça para que eles leiam aquilo que escreveram. Anote em uma folha à parte como eles fazem essa leitura, se apontam com o dedinho cada uma das letras ou não, se associam aquilo que falam à escrita etc.
7. Faça um registro da relação entre a leitura e a escrita. Por exemplo, o aluno escreveu K B O e associou cada uma das sílabas dessa palavra a uma das letras que escreveu. Registre:
K
B
O



Pre
sun
to
8. Pode acontecer que, para PRESUNTO, outro aluno registre BNTAGYTIOAMU (ou seja, utilize muitas e variadas letras, sem que seu critério de escolha dessas letras
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tenha alguma relação com a palavra falada). Nesse caso, se ele ler sem se deter em cada uma das letras, anote o sentido que ele usou nessa leitura. Por exemplo:
BNTAGYTIOAMU
Essas produções serão utilizadas como registros do processo de aprendizagem, analisadas e os resultados anotados no mapa da classe. Caso haja dificuldades em diagnosticar alguma escrita é interessante analisar em conjunto professor e PC e, inclusive, na HTPC, como situação de formação para os professores. Se não chegarem a uma conclusão satisfatória o PC pode levar para o encontro de formação do Ler e Escrever e ampliar a discussão. De qualquer modo, o importante é que haja atenção para as produções do aluno, se busque saber o que ele sabe e que intervenções são necessárias para que avance. Esta avaliação capta um momento do processo e, eventualmente uma escrita não terá um diagnóstico conclusivo, mas certamente a análise constante das escritas que o aluno vai produzindo permitirá que o professor se oriente sobre a melhor forma de subsidiá-lo para que avance.
Orientações para o diagnóstico do 3º ano: Produção de bilhete
 Explicar aos alunos com respeito à atividade, salientando a importância de que seja realizada individualmente;
 Entregar uma folha com um bilhete para cada aluno e solicitar que escrevam o próprio nome na primeira linha;
 Pedir aos alunos para que leiam o bilhete e que façam de conta que o receberam;
 Solicitar que escrevam a resposta ao bilhete.
Sugestão de Bilhete
Ganhei um jogo de videogame que é muito legal!
Venha jogar comigo amanhã à tarde.
Tchau,
Lucas
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Sugestão de análise da produção do bilhete
O bilhete é um gênero textual menos formal. Possui um conteúdo temático, uma estrutura organizacional e um estilo próprio de um gênero escrito primário, sendo considerado um dos gêneros textuais mais informais que existem. Assim, precisamos analisar de forma mais criteriosa alguns dos aspectos acima elencados, como a saudação inicial e a fórmula de despedida, pois não são itens obrigatórios, mas podem fazer parte do texto.
Ficha de avaliação do bilhete Aspectos avaliados Habilidades Quantidade de alunos que atendem ao critério de forma: Não atende ao critério Parcial Total
Quanto à Organização Composicional
O texto produzido tem as partes típicas do gênero bilhete?
1. O destinatário e o remetente estão determinados?
2. O assunto e/ou a informação estão determinados?
3. Há uma fórmula de despedida?
4. Há uma saudação inicial?
5. O narrador se apresenta na primeira pessoa do singular e/ou do plural?
Quanto ao Estilo
Há marcas linguísticas recorrentes?
(Questões relativas à ortografia, à pontuação e aos aspectos morfossintáticos)
1. Segmenta as palavras?
2. Obedece às regras ortográficas?
3. Usa adequadamente as letras minúsculas e maiúsculas?
4. Pontua o texto adequadamente?
5. Há concordância nominal e verbal?
6. O narrador se apresenta na primeira pessoa do singular e/ou do plural?
7. Utiliza a variedade linguística típica do bilhete, um registro não formal, mais coloquial, apresentando marcas mais ou menos típicas da linguagem oral?
Quanto ao Conteúdo Temático
O que é dizível por meio do gênero bilhete?
1. Desenvolve o texto de acordo com as determinações temáticas? Responde ao convite?
2. Conduz adequadamente a progressão temática, organizando o texto de forma lógica? Há coesão e coerência?
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Orientações para o diagnóstico dos 4º e 5º anos: produção de um Texto Expositivo a partir da leitura de outro texto e de um exemplo
Solicite que os alunos leiam a comanda da atividade(4) e escrevam um pequeno texto a partir do modelo fornecido. Indique para os alunos que o texto da onça-pintada serve como exemplo para o que irão escrever.
Produção de texto a partir de leitura
A classe da 2ª série está fazendo uma pesquisa sobre os animais brasileiros em extinção e estão organizando um livro com informações sobre alguns deles, sendo um animal por página. Leia abaixo o texto que a classe encontrou sobre a onça-pintada e veja como o Paulinho escreveu para fazer caber às informações mais importantes em uma das páginas do livro.
ONÇA-PINTADA
A onça-pintada, também chamada de jaguar, é da família dos felinos. Ela é feroz, mas dificilmente ataca o homem. Quando tem fome, procura, sempre à noite, animais como capivaras, macacos, pacas e veados. É um animal muito ágil, aproxima-se silenciosamente da presa escolhida e, num salto certeiro, captura a sua vítima.
A onça-pintada é cheia de truques. Por exemplo, para caçar macacos, que por sinal, não param no lugar, ela fica deitada no chão, bem escondida, sem se mexer. Quando o macaco chega perto ela ataca.
Ela pesa por volta de 150 quilos, tem um metro e meio de comprimento sem contar o rabo.
Esse felino é respeitado por todos os animais, mas alguns não têm medo dele, como o tamanduá, com suas fortes e longas unhas, e o touro, com seus chifres.
A onça corre bem, é boa nadadora e sobe em árvores. É também uma ótima pescadora.
Segundo uma tradição indígena da Amazônia, a onça pintada utiliza a sua cauda para atrair os peixes para a superfície. Desse modo ao contrário de outros felinos que detestam a água, a onça pintada utiliza-se de rios e lagos para capturar animais, possuindo grande habilidade para caçar peixes e até jacarés. Mais do que isso ela também costuma aproveitar a água para se refrescar do forte calor que costuma fazer nos lugares onde vive.
Este fabuloso felino está ameaçado de extinção. Isto é, o número de onças pintadas está diminuindo muito. O motivo é que existem cada vez menos lugares nos quais elas podem viver. Muitas de sua espécie têm sido mortas por caçadores de peles. Seu território tem sido invadido, sobretudo no pantanal, seja por plantações ou pelo gado e, por isso, elas acabam entrando nas
(4) Atividade retirada do SARESP 2009 – Exemplar do professor – Língua Portuguesa – 2ª Série / 3° ano EF – Manhã.
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fazendas, à procura de alimentos. O que faz com que muitas delas sejam mortas por fazendeiros.
Agora veja como o Paulinho escreveu para fazer caber às informações mais importantes em uma das páginas do livro.
ONÇA-PINTADA
A onça–pintada é feroz, mas dificilmente ataca o homem. Come animais, como por exemplo, o macaco. Pesa 150 quilos, corre muito, sobe em árvores e gosta da água para se refrescar e para caçar. Muitas onças-pintadas estão sendo mortas por caçadores de peles e por fazendeiros, por isso a espécie está ameaçada de extinção.
Leia o texto sobre a tartaruga marinha e depois faça como o Paulinho: procure as informações mais importantes para poder escrever um texto pequeno que caiba na página do livro.
TARTARUGAS MARINHAS
As tartarugas marinhas surgiram há 150 milhões de anos. Isto é, já existiam no tempo em que ainda havia dinossauros. Quando estes desapareceram – por causa das grandes mudanças no clima da terra – as tartarugas marinhas continuaram existindo.
No Brasil havia uma grande população de tartarugas. Mas, atualmente, elas estão ameaçadas de extinção, isto é, podem deixar de existir. Um dos principais motivos é a caça, principalmente das fêmeas, pois os caçadores, além de matá-las, ainda roubam seus ovos. Hoje isso está proibido por lei.
Antigamente era comum matar as tartarugas marinhas para comer a carne e usar o casco para fazer armações de óculos, pentes e enfeites. Geralmente elas eram apanhadas justamente quando saíam do mar e vinham para a praia, para por seus ovos na areia.
Além da caça, outros problemas colaboram para que a tartaruga marinha ainda seja um animal ameaçado de extinção. Nas cidades de praia, as luzes dos prédios, das ruas e dos carros
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atrapalham os filhotes que – quando saem dos ovos – se guiam pela claridade para chegar até o mar. Atraídos por essas luzes, os filhotes andam para o lado errado, não chegam ao mar e morrem. Outro problema é a poluição das águas principalmente pelo lixo jogado no mar.
O PROJETO TAMAR
O nome do projeto veio do nome do animal. Eles juntaram a TA de tartaruga e o mar de marinha e ficou tamar. O objetivo deste projeto é proteger as várias espécies de tartarugas marinhas que existem no brasil.
Para trabalhar pela preservação destes animais, o Projeto tamar instalou-se nas praias onde estão os principais pontos nos quais as tartarugas fazem seus ninhos.
Cerca de 300 pescadores trabalham, em todo o Brasil, para o Projeto tamar. Eles são os tartarugueiros que, junto com os pesquisadores, vigiam os lugares onde elas põem os ovos.
O Projeto tamar desenvolve também atividades de pesquisa para melhorar as técnicas usadas no trabalho de proteção e aumentar os conhecimentos sobre o comportamento das tartarugas marinhas.
Roteiro para análise da produção de um texto: a partir da leitura de outro texto e de um exemplo.
Produção de um resumo de um texto expositivo tendo como referência um exemplo similar, garantindo o uso das informações oferecidas no texto lido.
Categorias de respostas:
a) produziu o resumo utilizando pelo menos 6 das informações abaixo.
b) produziu o resumo utilizando 4 ou mais das informações abaixo.
c) produziu o resumo utilizando 3 ou menos das informações abaixo.
d) presença de escrita, mas não o solicitado.
e) ausência de escrita.
Informações:
1. Que elas são muito antigas (podem se referir aos 150 milhões de anos ou ao tempo dos dinossauros);
2. Estão ameaçadas de extinção;
3. Os caçadores matam as fêmeas e roubam os ovos;
4. Problemas com as luzes das cidades e/ou com a poluição da água;
5. Projeto TAMAR, significado do nome;
6. Objetivo do Projeto é proteger/preservar as tartarugas marinhas;
7. Pescadores/tartarugueiros vigiam os lugares onde elas põem os ovos.
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Produção de um resumo tendo como referência um exemplo similar, utilizando a linguagem escrita característica do gênero proposto (texto expositivo).
Categorias de respostas
a) produziu resumo com características de linguagem escrita, dentro do gênero proposto (texto expositivo).
b) produziu resumo com algumas características de linguagem escrita, dentro do gênero proposto (texto expositivo).
c) produziu frases que remetem aos dados oferecidos, mas não chegam a formar um texto.
d) presença de escrita, mas não o solicitado.
e) ausência de resposta.
Atenção!
 CATEGORIA A - Produziu resumo com características de linguagem escrita, dentro do gênero proposto (texto expositivo).
Significa que o aluno:
o Selecionou as informações que considerou mais importante;
o Sintetizou-as e organizou-as em um discurso impessoal, na 3ª pessoa;
o Utilizou pontuação para articular o texto com coesão;
o Não utilizou elementos da oralidade como ligação entre os enunciados (Ex: aí, daí etc.).
 CATEGORIA B - Produziu resumo com algumas características de linguagem escrita, dentro do gênero proposto (texto expositivo).
Significa que:
o Apenas parte dos elementos descritos acima está sistematicamente presentes.
o As outras duas categorias indicam que o aluno não consegue realizar a atividade segundo a proposta solicitada.
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Observação:
Tanto nas respostas que se enquadram na Categoria A como na Categoria B, o aluno pode apresentar erros na escrita das palavras. Isso não deve ser considerado, pois não estamos tratando do conhecimento da ortografia e sim dos aspectos discursivos, da capacidade de produzir um texto dentro do gênero proposto.
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Anexo 2 - Sugestão de questões para analisar os mapas de sondagem
1. O que os dados da sondagem revelam sobre os conhecimentos dos alunos?
2. Ao longo do ano, houve progressão de aprendizagem de todos os alunos nos diferentes anos/séries? Sim? O que a garantiu? Não? Quais foram os fatores que impediram ou dificultaram que todos progredissem?
3. Que ações podem ser planejadas para os alunos que não conseguiram atingir as expectativas de aprendizagem previstas para o ano/série?
4. Que metas os professores estabelecerão e qual o prazo de alcance estipulado para as mesmas?

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